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OS SALVOS NÃO PECAM PARA A CONDENAÇÃO... Bp. Eugênio- Abba/Rj



Os salvos em Cristo, não pecam para a condenação, e sim para disciplina.
A obra de salvação é de exclusiva responsabilidade de Deus.

Todo mundo já sabe, embora bem poucos vivem, que todo mérito da salvação é de Deus, que deu seu filho amado para que todo, “qualquer um”, que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna. Então, nossa participação neste projeto de Deus, é com a fé: A mão que se estende para receber do Senhor o presente oferecido. Se for presente, é gratuito.

O salvo, o é do pecado (raiz, princípio), por consequência da condenação do pecado.

Não quer dizer que estamos sem pecado; sem a presença do pecado. Ele está em nós, porque a natureza adâmica ainda está em nós. O que mudou? Mudou o domínio, a atração e o poder: Não exercem mais nenhum tipo domínio sobre nós.

Antes, pecávamos como um hábito. Tínhamos prazer em pecar. Não resistíamos os apelos da carne e atendíamos seu desejo.

O que ocorre agora? Agora, nós que estamos em Cristo, pecamos não como hábito, mas com atos de pecado. O pecado hoje é exceção, antes era regra. Antes era consequência, agora acidente.

Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês... (Romanos 8:9)

Na carne cumpríamos obedientemente a determinação do pecado, pois era lei, no ambiente que vivíamos, agora não! Esta lei irresistível foi revogada na vida dos salvos. Por quê? Estamos sob outro governo agora, o do Espírito Santo.

“Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte”.       (Romanos 8:1-2)

De que maneira me livrei do poder do pecado e da condenação?

Está escrito: “Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não mais sejamos escravos do pecado; pois quem morreu, foi justificado do pecado”. (Romanos 6:6-7)

O corpo do pecado, servo do mesmo, na cruz foi destruído, quer dizer, que ele perdeu a força que nos impunha uma determinação para a desobediência. Sua lei agia neste corpo vendido ao pecado. Houve na cruz uma transformação espiritual: O corpo do perdeu sua influencia e este corpo passou a ser templo do Espírito. Deixamos de ser sevos do pecado e passamos e ser chamados de filhos de Deus.

Há uma determinação Bíblica:

“Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus”. (Romanos 6:11)

Se eu estou morto para o pecado, ele, também, perderá interesse por mim. Morto não reage, não tem desejos, não da resposta, não atende um chamado! Estou morto para ele, mas ele não está morto para mim.

Por isso, devemos vigiar para não cairmos em tentação!

No entanto, eu estou vivo para Deus! Respondo a toda manifestação do pai, em obediência Sua vontade e interesse. Estou vivo para obedecê-Lo, cumprir Sua orientação e atender os Seus interesses na terra.

“Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna”. (Romanos 6:22)

O pecado não morreu, entenda! Ele só não tem mais poder em nossa vida!

Não podemos dizer que não temos! “Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. (1 João 1:8)

A questão não é da ausência, e sim de influencia que o pecado venha exercer sobre nós!

O pecado como raiz foi tratado em nós por Jesus na cruz, neste sentido não pecamos mais.

Nós que estamos no segundo Adão, Cristo.

O pecado como fruto, que na Bíblia, vem – quase - sempre no plural, pecados, existe, e ocorre não como nosso interesse, e sim, como atos, que, acontecendo, podemos confessar e imediatamente seremos purificados. Voltamos ás condições anteriores ao erro!

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. (1 João 1:9)

Irmãos se estamos em Cristo, não podemos estar no pecado, é incoerência!

Pois se a Santa palavra nos diz, que estamos libertos, justificados e salvos do pecado, como eu posso acreditar e pregar o contrario!

Se estamos libertos, o pecado não nos prende mais

Se estamos justificados, não podemos pagar por algo que foi perdoado; inocentado.

Se estamos salvos, não poderemos, estamos livres de toda influencia maligna.

Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu. (1 João 3:5-6)

Faço uma pergunta, que por mim eu posso responder: Você vive no pecado, ou na pratica do mesmo? Se você se considerar um pecador, então você não é de Deus.

Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo. (1 João 3:8)

Obras aqui não quer dizer macumbaria, feitiçaria, mau olhado... E sim, desobediência, rebeldia, concupiscência em todos os sentidos, etc.

Tudo isto é obra do diabo, que Jesus veio destruir.

Ao aceitarmos a Jesus como nosso Salvador, aconteceu o milagre do novo nascimento. Se eu nasci de novo, vivo sob a inspiração do meu novo Pai. Então se o meu pai é Cristo, não vivo mais na prática de antigos costumes. Aqui está diferenciação de quem é de Deus, de quem não é! Esta diferença pode ser vista ou conferida:

““ Desta forma sabemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do diabo: quem não pratica: ” a justiça não procede de Deus; e também quem não ama seu irmão”.  (1 João 3:10)

E mais:

“Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus.” (1 João 3:9)

Justiça é o que é direito, certo ou correto. Ser justo é dar a outrem o que é de direito; o que é merecido. Então é dar a Deus o que é esperado de nós!

A Bíblia diz para sermos como Caim, que matou seu irmão, por ser do maligno. Suas obras o condenavam e isto o levou se tornar o primeiro homicida! Se não é para sermos, é porque existe a possibilidade de o sermos!
Amados, pode ocorrer um deslize na vida do salvo e ele vir a cometer um ato pecaminoso, e, quando isto acontecer, não quer dizer que o salvo, vai perder a salvação. Se isto acontecesse, ele nunca teria sido salvo. A obra de Cristo foi perfeita, e de uma vez por todas.
Visto que vive para sempre, Jesus tem um sacerdócio permanente. Portanto ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles. (Hebreus 7:24-25)

Quando ocorre de o justo pecar, ele não vai para a condenação, que para ele, não existe mais, ele passará pela disciplina de Deus, não dos homens que não tem validade para Deus.

... “Pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho".

(Hebreus 12:6)

“Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos”. 
(Hebreus 12:8)

Filhos de Deus, somos tentados, em varias situações, para que viemos a pecar. O ato pecaminoso, é uma agressão a Deus, não da parte de quem peca, mas, daquele que a vida toda se levanta contra Deus. Quando ocorre um erro do salvo, ele aponta para Deus como se dissesse: Olha, não valeu nada!

Por isso, ainda que não corramos o risco de perdermos o que recebemos de Deus como um dom, cabe a nós recorrer a Ele, na menor ameaça a santidade, para que Jesus, como nosso Sacerdote possa nos socorrer e evitar aquilo que pode nos levar a disciplina; que na verdade nunca será bom! Jesus nos entende, pois passou por tudo que passamos sem nunca ceder!
Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados. (Hebreus 2:18)

Concluo com leitura Bíblica:

“Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus.” (1 João 3:9)





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